O Blogue do 5.º A da Escola E.B. 2 e 3 Frei João- Agrupamento Afonso Betote pretende ser mais uma plataforma interactiva de comunicação entre a Escola e a Família, dois determinantes fundamentais da formação, educação e instrução de crianças e jovens.

sábado, novembro 13, 2004

DIZER NÃO!

Nos tempos escorregadios em que vivemos actualmente, o professor não pode apenas estar preocupado em ensinar bem, mas, sobretudo, em educar para o bem, como sublinha Jorge Olímpio Bento, insigne professor catedrático da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade do Porto. A construção da personalidade e do futuro das crianças é fatalmente assente em vivências decorrentes de decisões e escolhas, inicialmente alicerçadas nas convicções dos pais, depois nas dos professores e por fim nas dos amigos e nas suas próprias. Educar, no contexto actual das sociedades urbanas, implica convicções fortes para evitar os perigos e as armadilhas da vida, que são mais ameaçadoras durante a adolescência. Implica ter convicções claras acerca dos comportamentos positivos, que nos podem proporcionar uma vida alegre e saudável, e os comportamentos negativos e autodestruitivos, que podem, num estalar de dedos, arruinar uma vida. Implica em muitos momentos DIZER NÃO! DIZER NÃO ao nosso melhor amigo, se necessário; DIZER NÃO (embora isto nos custe muito dizer) mesmo aos nossos....... pais, se for caso disso!


Algumas técnicas para dizeres NÃO quando fores pressionado a participar em algo que esteja errado como, fumar, tomar droga, ingerir bebidas alcoólicas, cometer vandalismos, provocar violência, roubar, ou fazer qualquer outra coisa que não esteja correcta. *


DIZER NÃO
Abana a cabeça. Não, obrigado! Ah, Ah! Não me apetece. Nem penses. Esquece. Estás maluco. Não estou interessado!

SAIR
A regra é dizer não, nunca mais de duas vezes, depois sair rapidamente e com um ar seguro e confiante.

IGNORAR
Faz de conta que estás ocupado, que não é contigo. Não respondas.

INVENTAR UMA DESCULPA
Tenho que ir para casa. Estou à espera de uma chamada. Prometi à minha mãe que a ajudava no jantar. Desculpa, mas tenho outros planos. Nem penses, sou sempre apanhado.

MUDAR DE ASSUNTO
Gosto muito dos teus ténis novos, foram caros? Vais ver o último filme do Johnny Depp?

MOSTRAR-SE SURPREENDIDO
Não posso acreditar no que ouvi!!! Eu sei que não era isso que querias dizer!!! Onde é que arranjas essas ideias malucas? Não esperava isso de ti!!!

USAR A LISONJA
És esperto demais para estares a falar a sério! Sabes, eu gosto de ti, e se os meus pais descobrissem, não ia ser possível voltar a vermo-nos. Tens um cérebro que funciona muito bem. Usa-o para pensares em coisas que não impliquem um mal para ti.

DAR UMA IDEIA MELHOR
Tenho uma ideia melhor. Vamos a minha casa ouvir o novo Cd dos Evanescence. Vamos dar um mergulho à piscina. Vamos jogar 1x1 em Basket. Vamos jogar Play Station.


Boa Onda!
João Magalhães

* Adaptado de documento elaborado na EEB 2/3 AC Pires de Lima

sexta-feira, novembro 12, 2004

AS REGRAS DA TURMA


A Parede Posted by Hello


O Regulamento de Turma é um excelente instrumento de integração dos alunos na escola. O estabelecimento de regras sentidas como necessárias pelos alunos, mas também propostas pelos professores em função dos problemas identificados nas aulas e no recreio, permite um ajustamento gradual da conduta dos alunos às expectativas do grupo, bem como do próprio sistema educativo claramente expressas na Lei de Bases do Sistema Educativo e na Lei n.º 30/2002 de 20 de Dezembro, que estabelece o Estatuto do Aluno do Ensino Não Superior.
As REGRAS DA TURMA, foi o fruto de um longo e enriquecedor trabalho com a turma, realizado durante o mês de Outubro nas aulas de Formação Cívica e colhido, depois de maduro, da reflexão centrada nos seguintes aspectos a regular:

1- Entrada na sala de aula.
2- Chamada
3- O uso da palavra.
4- A movimentação na sala de aula.
5- Atitude na sala de aula.
6- Proibições na sala de aula.
7- Comportamento na escola.
8- Comportamento em casa.


AS REGRAS DA TURMA



1- ENTRADA PARA A SALA DE AULA
a) A entrada deve ser ordeira, calma e em fila.
b) As raparigas entram primeiro que os rapazes, por uma questão de cordialidade.

2- CHAMADA
a) Em silêncio, os alunos, ao ouvirem o seu número/nome, levantam o braço e dizem PRESENTE!

3- USO DA PALAVRA
a) Levantar sempre o braço para pedir a palavra.
b) Nunca interromper o professor ou um colega enquanto estes estão no uso da palavra.
c) Usar a palavra com oportunidade, sem dizer disparates.

4- MOVIMENTAÇÃO NA SALA DE AULA
a) Levantar o braço no sentido de pedir autorização para se movimentar.
b) Fazer o seu pedido (por exemplo: afiar lápis, para pôr um papel no lixo, etc.) após autorização do professor para falar.
c) Movimentar-se em silêncio sem perturbar a atenção e o trabalho dos colegas.

5- ATITUDE NA SALA DE AULA
a) Costas direitas.
b) Cabeça direita.
c) Pernas em ângulo recto.
d) Olhar para o professor enquanto este está a falar, como sinal de atenção e respeito.

6- PROIBIÇÕES NA SALA DE AULA
a) Não é permitido comer, beber ou mascar goma elástica.
b) Não é permitido o uso de chapéus ou bonés.
c) Não é permitido ter o telemóvel ligado.

7- COMPORTAMENTO NA ESCOLA
a) Respeitar as regras estabelecidas na escola.
b) Respeitar os colegas, não usando o insulto e a agressão como forma de resolver os problemas.
c) Recorrer a um adulto, professor ou funcionário, sempre que estiver envolvido ou a presenciar uma cena de agressão.
d) Auxiliar e proteger os colegas de turma sempre que estiverem a ser alvo de agressão ou insulto.
e) Respeitar os professores e funcionários, seguindo as suas instruções e tratando-os com cordialidade.
f) Respeitar as zonas verdes, as instalações e o material escolar, porque a escola também é a nossa casa.

8- COMPORTAMENTO EM CASA
a) Fazer sempre os trabalhos de casa.
b) Ler um pouco antes de adormecer.
c) Respeitar os pais e ajudar nas tarefas de casa.

Portem-se bem!

João Magalhães

sexta-feira, outubro 15, 2004

O LEMA DA TURMA


Abraço Posted by Hello


O LEMA DA TURMA

A vivência dos problemas que ocorrem entre os alunos têm sempre um lado positivo (embora pequeno), que nos podem inspirar estratégias de reforço da coesão da turma. O primeiro incidente que envolveu alunos do 5.º A, levou-me a uma intervenção em pleno recreio, para tentar perceber a situação e procurar a sua solução. O incidente, que envolveu uma agressão, inspirou-me a comparação com a relação desejável entre irmãos dentro de uma família. Não foi propriamente original, mas.... se for eficaz poderá ser bestial.
A partir dessa ideia construi um conjunto de perguntas simples que os alunos foram respondendo e que em conjunto lapidamos até chegarmos ao LEMA DA TURMA, que em conjunto relembramos no início de todas as aulas de Formação Cívica.

Quem somos nós?
O 5.º A!

O que somos?
Uma família!

O que são os membros de uma família?
Amigos!

O que fazem os amigos?
Ajudam-se, protegem-se e gostam uns dos outros!


BOM FIM-DE-SEMANA!
João Magalhães

terça-feira, outubro 12, 2004

OS REPRESENTANTES DA TURMA

REPRESENTANTE DOS PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO

A turma tem dois tipos de representantes, nomeadamente, o Representante e o Representante Suplente dos pais e encarregados de educação e os Delegado e Subdelegado dos alunos.
O Representante e o seu Suplente, eleitos no dia 23.09.04, na recepção dos pais e encarregados de educação, tem como função fundamental, de acordo com o ponto 2 do Art. 41.º da Lei n.º 30/2002 de 20 de Dezembro, tomar parte no Conselho de Turma Disciplinar. Para ocupar o cargo candidatou-se a Sra. D. Isabel Maria Fusto, encarregada de educação do aluno n.º 6, António Fusto, que foi eleita pela totalidade dos presentes e, para sua suplente, candidatou-se a Sra. D. Ana Paula Ferreira, encarregada de educação da aluna n.º 4, Ana Raquel Ferreira, igualmente eleita por unanimidade, num universo de 17 votantes.

DELEGADO E SUB-DELEGADO DE TURMA



António (Delegado) e Ana Raquel (Subdelegada) Posted by Hello

Para Delegado de Turma foi eleito o aluno n.º 6, António Fusto, com 9 votos e para Subdelegada a aluna n.º 5, Ana Raquel Fangueiro, com 4 votos, num universo de 20 votantes.

Na discussão realizada na aula de Formação Cívica de 07.10.04, a turma, moderada pelo seu Director, concluiu que, incluindo aquelas estipuladas pelo Regulamento Interno (assinaladas com *), as funções fundamentais do Delegado e Subdelegado de Turma são, nomeadamente:

1- Representar os alunos nos conselhos disciplinares de turma.*

2- Recolher e entregar os valores dos seus colegas nas aulas de Educação Física.*

3- Dar bons exemplos (não faltar às aulas; ser pontual; fazer sempre os TPC; trazer sempre o material para as aulas; não agredir os colegas e evitar que se agridam uns aos outros).

4- Ter um bom comportamento nas aulas (entrar ordeiramente; levantar sempre o braço antes de falar; participar na aula com oportunidade; não perturbar nem distrair os colegas; não brincar e concentrar-se nas tarefas das aulas; não deitar lixo para o chão).

5- Preocupar-se com os problemas dos colegas.

6- Ser o elemento pacificador, moderador e protector da turma.

7- Comunicar os problemas da turma ao seu Director e auxiliar na sua resolução.

BOM TRABALHO
João Magalhães

terça-feira, outubro 05, 2004

VIVA A REPÚBLICA!


A paixão no caos Posted by Hello

A REVOLUÇÃO DE 5 DE OUTUBRO – A IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA

A proclamação da República, entoada simbolicamente por Eusébio Leão, secretário do Partido Republicano, na varanda da Câmara Municipal de Lisboa, na manhã, mais clara que tantas outras, de 5 de Outubro de 1910, foi um grito tonitruante de esperança num futuro que se iluminava, então, pelos altos valores da liberdade, igualdade e fraternidade. Felizmente o seu eco tem vida própria, trespassando os tempos, enfrentando as noites armadilhadas pelo medo, habitando os sonhos de alguns homens, os homens suficientes para de novo semearem no coração de muitos outros o horizonte do progresso cultural, social e moral, desígnio de toda a nação, renovado em Abril de 1974.
Quando eclodiu a revolução republicana de 5 de Outubro, Portugal contava com 5.960.056 analfabetos, que correspondiam a 75,1% da população nacional, indicador esmagador do estádio de subdesenvolvimento em que se encontrava atascado Portugal. Foi este o horrível legado de oito séculos, que a jovem república herdou da deposta e decrépita monarquia, que rapidamente foi banida do coração dos portugueses.

Convicto que o desenvolvimento de uma nação se alicerça na educação e na formação dos seus cidadãos, temos hoje, republicanos, jovens e velhos, que estar preocupados com o instituído caos na educação que o rotativismo PSD/PS no poder tem provocado e com a aparente ineficácia do sistema educativo, tão badalado por tantos, mas tão mal explicado e tão pouco compreendido.
O folhetim burlesco e humilhante da colocação dos professores, ainda sem fim à vista, culmina a desorientação que monarquicamente tem reinado na educação da jovem democracia republicana portuguesa. Das escolas copiadas de modelos estrangeiros, desadequadas ao nosso sistema de ensino (qual?) e às características climatéricas do país; de reformas, cuja existência fora dos decretos progenitores, se resumem ao desenrascanço das escolas e dos professores; da reformulação das reformas antes da sua paciente avaliação; ao colete-de-forças orçamental impostos aos órgãos executivos das escolas; à desqualificação da gestão e da profissão docente; passando pela ditadura de currículos absurdamente extensos, que subjugam toda a ciência pedagógica à necessidade de concluir os manuais, digo, os programas; à subordinação dos objectivos de alargamento da prática desportiva e da actividade física aos interesses e ao lobbing das federações desportivas, introduzindo lamentavelmente um forte factor de selecção no desporto escolar (o impedimento de treinos após as 18:30... para não colidir com os treinos dos alunos federados e redução do número de alunos de 20 para 15, como número indispensável para a formação dos grupos), bem como a duplicação da prática competitiva dos alunos federados (pois aos treinos não comparecem...) e, consequentemente, a redução das possibilidades de acesso à actividade física e desportiva dos alunos não praticantes; à instabilidade dos corpos docentes das escolas; à falta de segurança dentro e fora dos estabelecimentos; etc., etc., etc., são reveladores da enorme tarefa que a república tem entre mãos.

Uma tarefa hercúlea, sábia e bela, num tempo de descrédito, em que a escola, sem culpa própria, tem sido associada à ignorância, indisciplina, facilitismo e irresponsabilidade, epítetos que tem sido colados, de forma tantas vezes injusta, à nossa juventude.
Uma tarefa que só poderá ter um epílogo feliz se configurar um plano nacional. Este plano deverá consubstanciar um poderoso consenso entre as partes que possam dar um contributo útil, nomeadamente, partidos políticos, sindicatos de professores, universidades e similares, associações de pais, associações de alunos e associações empresariais, entre outras.
Deverá assentar num estudo que trace uma identificação rigorosa e extensa das questões problemáticas, dos constrangimentos e das necessidades educativas, formativas e laborais do país, elaborada por um colégio de sábios exteriores ao poder político.
Deverá ser operacionalizado num período não inferior a uma década e lançado sob a égide do presidente da república, que fiscalizará a sua aplicação assegurando que, qualquer que seja o partido político que use o poder, não adulterará a direcção traçada por consenso.
A educação deverá ser, na verdade, um desígnio prioritário da nação, mas não o único. As sociedades devem desenvolver-se de forma integrada e equilibrada. Não há, porém, verdadeiro desenvolvimento se construirmos casas para as famílias que viviam em barracas, mas não conseguirmos que os filhos se mantenham mais tempo na escola que os pais. É uma batalha que a democracia não está a ganhar de forma retumbante, pois continuam, um pouco por todo o lado, a surgir, como cogumelos venenosos, novos analfabetos, novos guetos, novos marginais, que a lamentável orientação conservadora dos dois últimos governos vem agravando, com graves consequências para a sociedade em geral, onde os sintomas mais visíveis são o abandono escolar prematuro e o aumento do desemprego, da prostituição, dos assaltos, da insegurança, da pobreza, enfim, da depressão generalizada da sociedade.

Por tudo isto e muito mais, a comemoração do 5 de Outubro, Dia da Implantação da República, deve servir para retemperar o aço dos ideais de progresso, de igualdade, de solidariedade, de liberdade e de fraternidade que marcaram as grandes revoluções republicanas, que constituíram sempre um passo em frente na história da humanidade.


Viva Portugal! Viva a República!

sexta-feira, outubro 01, 2004

HORÁRIO DE ATENDIMENTO

CAROS PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO

É consensual que o sucesso educativo resulta da colaboração estreita entre família e escola. Nesse sentido, o sistema educativo instituiu uma hora em que os pais e encarregados de educação podem contactar o Director de Turma para tratarem de assuntos relativos à vida escolar dos seus educandos ou serem chamados por aquele para contactos de natureza diversa.
Este meio, posto à disposição de pais e professores, deverá ser optimizado por ambos. Os pais e encarregados de educação deverão cultivar o hábito de ir à escola, de modo a envolverem-se de modo responsável, mas igualmente crítico, tanto na carreira escolar dos seus educandos como na vida da própria escola. Pelo seu lado, os professores, no sentido de facilitarem tal rotina, devem estabelecer a hora de atendimento num horário compatível com o período laboral de pais e encarregados de educação, sem olvidar, no entanto, que eles, professores, também são muitas vezes pais e mães.


HORÁRIO DE ATENDIMENTO A PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO

5.ª FEIRA, DAS 18:30 ÀS 19:30



BOM ANO DE TRABALHO E DE ESTUDO
João Magalhães

quinta-feira, setembro 30, 2004

COMO AJUDAR OS SEUS FILHOS

CAROS PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO
A tarefa de educar uma criança é um processo complexo para o qual não se recebe qualquer preparação específica. Todos somos poucos para cumprir a alta missão de formarmos seres humanos saudáveis, equilibrados, solidários, críticos e inteligentes, que dominem saberes mas que também os saibam aplicar.
Para que os pais desempenhem o seu papel, é fundamental que, desde muito cedo a família crie um ambiente em que as crianças se sintam seguras e amadas, marcado por relações próximas e carinhosas. A família tem um papel fundamental no desenvolvimento moral da criança, ajudando-os a distinguir o bom do mau, impondo limites e transmitindo regras claras de comportamento. A família tem dispôr de uma reserva de tempo para ouvir a criança as suas dúvidas, as suas peripécias, os seus sucessos e fracassos, para conversar, mas também para lhe transmitir as suas convicções sobre a vida e as relações entre as pessoas.

Permitam-me, por conseguinte, que lhes transmitam algumas sugestões para ajudar os vossos filhos, porque o acompanhamento da vida escolar das crianças por parte dos pais é um aspecto fundamental para o sucesso educativo dos alunos.

1- MOSTRE INTERESSE PELA ACTIVIDADE ESCOLAR DO SEU EDUCANDO
a) Saiba como lhe correu o dia na escola;
b) Pergunte-lhe se tem trabalhos de casa e testes marcados;

2- ESTABELEÇA EXIGÊNCIAS CLARAS EM RELAÇÃO À ESCOLA
a) Ser assíduo e pontual;
b) Fazer sempre os trabalhos de casa;
c) Levar sempre o material necessário para as aulas;
d) Nunca faltar ao respeito a professores e funcionários;
e) Saber distinguir o comportamento em aula (estar atento, respeitar as instruções do professor, cumprir as tarefas da aula, falar na sua vez após levantar o braço, levantar da carteira com autorização do professor, participar com oportunidade, fazer perguntas em caso de dúvida, desligar telemóveis) e no recreio;
f) Dar o seu melhor (atenção, concentração, esforço).

3- CONSULTE O HORÁRIO
a) Saiba as disciplinas que o seu educando vai ter no dia seguinte.

4- VERIFIQUE O MATERIAL
a) Confirme o material indispensável que o seu educando precisa para as aulas do dia seguinte.

5- CONTROLE OS CADERNOS DIÁRIOS
a) Assegure-se que o seu educando faz sempre os trabalhos de casa.

6- CONTROLE A CADERNETA DO ALUNO
a) Verifique se existem mensagens dos professores para o encarregado de educação.

7- COLABORE COM O DIRECTOR DE TURMA E OS DEMAIS PROFESSORES
a) Utilize os canais de comunicação postos à sua disposição. Coloque sempre as suas dúvidas, faça perguntas, participe na vida da escola;
b) Compareça na escola sempre que chamado pelo Director de Turma;

8- ESTIMULE O SEU EDUCANDO A LER

9- ENCORAJE O SEU EDUCANDO A ACREDITAR NAS SUAS CAPACIDADES, a ter confiança em si, valorizando as suas realizações escolares positivas e ajudando-o a ultrapassar as mais negativas.

10- DÊ UM BOM PEQUENO-ALMOÇO AO SEU FILHO (leite e pão sempre presentes).

11- CONVERSE COM O SEU FILHO SOBRE AS QUESTÕES DA VIDA.
a) Ajude-o a perceber e a evitar os comportamentos de risco como o consumo de alccol e drogas;
b) Encoraje-o a dizer NÃO, a situações que ponham em risco o sua segurança e a sua saúde.

12- ESTIMULE O SEU FILHO CRIAR UMA ORGANIZAÇÃO PESSOAL
a) Ter um local certo na casa para estudar;
b) Estabelecer um horário de estudo diário (para fazer trabalhos de casa, estudar antecipadamente para os testes, organizar o material para o dia seguinte, realizar pesquisas);
c) Usar moderadamente a televisão, o computador e a consola de jogos;
d) Deitar cedo.


UM BOM ANO DE TRABALHO E ESTUDO!
João Magalhães